Time course of performance changes and fatigue markers during intensified training in
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Time course of performance changes and fatigue markers during intensified training in trained cyclists

SHONA L. HALSON, MATTHEW W. BRIDGE, ROMAIN MEEUSEN, BART BUSSCHAERT,
MICHAEL GLEESON, DAVID A. JONES, AND ASKER E. JEUKENDRUP

Time course of performance
changes and fatigue markers during intensified training
in trained cyclists. J Appl Physiol 93: 947–956, 2002.
First published April 5, 2002; 10.1152/japplphysiol.01164.
2001.—To study the cumulative effects of exercise stress and
subsequent recovery on performance changes and fatigue
indicators, the training of eight endurance cyclists was systematically
controlled and monitored for a 6-wk period. Subjects
completed 2 wk of normal (N), intensified (ITP), and
recovery training. A significant decline in maximal power
output (N  338  17 W, ITP  319  17 W) and a significant
increase in time to complete a simulated time trial (N 
59.4  1.9 min, ITP  65.3  2.6 min) occurred after ITP in
conjunction with a 29% increase in global mood disturbance.
The decline in performance was associated with a 9.3% reduction
in maximal heart rate, a 5% reduction in maximal
oxygen uptake, and an 8.6% increase in perception of effort.
Despite the large reductions in performance, no changes
were observed in substrate utilization, cycling efficiency, and
lactate, plasma urea, ammonia, and catecholamine concentrations.
These findings indicate that a state of overreaching
can already be induced after 7 days of intensified training
with limited recovery.
cycling; overtraining; overreaching; overload

Copyright © 2002 the American Physiological Society



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  Freqüência cardíaca e percepção subjetiva do esforço no meio aquático: diferenças em
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Freqüência cardíaca e percepção subjetiva do esforço no meio aquático: diferenças em relação ao meio terrestre e aplicações na prescrição do exercício – uma revisão


Fabiane Inês Graef e Luiz Fernando Martins Kruel

RESUMO
A intensidade na qual o esforço é realizado constitui um aspecto
fundamental na elaboração e no controle de qualquer programa
de exercícios. Atividades conduzidas nos meios terrestre e aquático
apresentam especificidades distintas; aspectos como volume
do corpo imerso, posição corporal e temperatura da água levam
o organismo a condições diferenciadas daquelas observadas
no meio terrestre, assim influenciando os indicadores de intensidade
do esforço. Considerando que freqüência cardíaca e percepção
subjetiva do esforço são os indicadores mais utilizados no
controle da intensidade do esforço em exercícios aquáticos, a presente
revisão objetiva analisar as principais alterações que ocorrem
nessas variáveis em condição de imersão, comparando com
o meio terrestre, bem como as implicações dessas alterações na
prescrição do exercício. Para tanto, são apresentadas as principais
alterações decorrentes de situações de repouso e exercício,
na corrida e no ciclismo aquáticos, na hidroginástica e na natação.
Por fim, são tecidas algumas considerações acerca das implicações
dessas alterações na prescrição do exercício, bem como algumas
estratégias para utilização dessas variáveis em sessões de
exercícios no meio aquático. Em relação à freqüência cardíaca,
pode-se concluir que ocorre redução nos batimentos cardíacos
durante a imersão, influenciada pela temperatura da água, pela
profundidade de imersão, pela ausência ou presença de esforço,
pelo tipo e intensidade do exercício. Tal redução deve ser considerada
ao utilizar esse indicador de intensidade do esforço no meio
aquático. Quanto à percepção subjetiva do esforço, a escala de
Borg parece ser uma opção adequada para o controle da intensidade
de exercícios aquáticos, considerando-se as recomendações
inerentes a sua aplicação.

Palavras-chave: Freqüência cardíaca. Esforço percebido. Imersão. Exercício.

Rev Bras Med Esporte _ Vol. 12, Nº 4 – Jul/Ago, 2006



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  The Use of Heart Rate to Monitor the Intensity of Endurance Training Muriel B. Gilman
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The Use of Heart Rate to Monitor the Intensity of Endurance Training

Muriel B. Gilman

The intensity oftraining is critical to an athlete's
performance. A training programme that lacks high
intensity training will not improve aerobic fitness,
but a programme with too much may cause illness
and overtraining. Therefore, a practical means of
monitoring training intensity is important to a
coach or an athlete.
The purposes of this article are to: (i) present a
method for profiling training intensity by
categorising training heart rates as easy, moderate
or hard using portable telemetry heart rate monitors
and software for computerised analysis; (ii) discuss
other methods for assessing training intensity;
(iii) discuss the problems associated with assessing
training intensity using heart rates; and (iv) briefly
discuss the importance of training intensity for optimal
performance. The focus is on training for endurance
sports with a case study of a cross-country
skier presented.

Sports Med. 1996 Feb: 21 (2): 73·79



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  Modificações da Variabilidade da Frequência Cardíaca Frente ao Exercício e Treinament
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Modificações da Variabilidade da Frequência Cardíaca Frente ao Exercício e Treinamento Físico (Changes of heart rate...

Lenise Fronchetti 
César A. de Aguiar 
Andreo F. Aguiar 
Fábio Y. Nakamura 
Fernando R. De-Oliveira

RESUMO
As alterações da freqüência cardíaca (FC) em resposta ao
exercício e ao treinamento físico são moduladas principalmente pelo
sistema nervoso autônomo, com o parassimpático diminuindo a FC e
o simpático aumentando-a. Essas oscilações da FC denominam-se
de variabilidade da freqüência cardíaca (VFC), a qual constitui um
parâmetro de avaliação da modulação autonômica do coração, pois,
quanto maior a variabilidade temporal dos intervalos entre batimentos
consecutivos (R-R), maior a atividade parassimpática (vagal). Além do
mais, por meio da curva de VFC em função da intensidade de esforço
(obtida em teste progressivo), é possível identificar um limiar de
transição fisiológica denominado limiar de variabilidade da freqüência
cardíaca (LiVFC), que corresponde ao ponto da retirada vagal e
predominância da atividade simpática no controle da FC.

Palavras-chave: variabilidade da freqüência cardíaca, limiar de
variabilidade da freqüência cardíaca; modulação
autonômica, exercício e treinamento físico.

R. Min. Educ. Fís., Viçosa, v. 15, n. 2, p. 101-129, 2007



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  Pontos de transição da frequência cardíaca em teste progressivo máximo
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Pontos de transição da frequência cardíaca em teste progressivo máximo

Patrícia Guimarães Couto 
Ana Paula Rodrigues 
Antônio José Ferreira Júnior 
Sandro Fernandes da Silva 
Fernando Roberto de-Oliveira

Resumo: Foi realizada análise do comportamento da frequência cardíaca (FC) e identificação dos pontos de inflexão (PIFC) e de deflexão da FC (PDFC) em teste progressivo máximo, em sujeitos do sexo feminino e masculino. Vinte universitários foram submetidos ao teste em cicloergômetro. A FC foi monitorada para posterior análise e identificação dos pontos de transição (PT). A FC apresentou comportamento sigmóide, com identificação de PT em todos os sujeitos, sendo: a) em 65% PIFC (64 ± 27W; 29 ± 9%Pmáx e 126 ± 12bpm; 66 ± 5%FCmáx) e PDFC (177 ± 45W; 81 ± 10%Pmáx e 178 ± 8bpm; 93 ± 4%FCmáx); b) em 30% apenas PIFC (80 ± 32W; 36 ± 14%Pmáx e 125 ± 13bpm; 66 ± 5%FCmáx) e c) em 5% o PDFC isolado (103W; 57%Pmáx e 150bpm; 82%FCmáx). O PIFC foi encontrado em carga significativamente inferior ao PDFC, sem diferenças na carga e FC relativas entre os sexos.

Palavras-chave: Exercício. Aptidão Física. Modulação Autonômica.

Motriz, Rio Claro, v.19 n.2, p.261-268, abr./jun. 2013



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  A resposta de frequência cardíaca durante as competições de “mountain bike cross-coun
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A resposta de frequência cardíaca durante as competições de “mountain bike cross-country”

Vitor Pereira COSTA
Fernando Roberto de OLIVEIRA

Resumo
O objetivo deste estudo foi verificar a resposta de frequência cardíaca (FC) durante as competições de “Cross-country” Olímpico (XCO). Quatorze “mountain bikers” foram separados em dois grupos: elite (n = 6; 26,5 ± 3,6 anos; 69,1 ± 2,1 kg; 174,0 ± 1,2 cm; 5,9 ± 0,9 % G; 9,0 ± 1,3 anos de treinamento) e amadores (n = 8; 25,6 ± 7,7 anos; 67,7 ± 7,0 kg; 175,5 ± 5,5 cm; 5,8 ± 2,1 % G; 8,3 ± 5,7 anos de treinamento). Os participantes foram submetidos a um teste progressivo para a identificação dos limiares metabólicos e seus respectivos valores de frequência cardíaca (FC) em cada zona de intensidade de esforço. Após intervalo mínimo de quatro dias os atletas da categoria elite foram avaliados através de monitores de FC durante a etapa brasileira da Copa do Mundo de XCO. Após 15 dias, todos os atletas foram avaliados no Campeonato Brasileiro de XCO. Os resultados indicaram que em ambas as competições, a média percentual da FC foi correspondente a 91-92 % da FCmáx. Nas competições, os atletas permaneceram durante diferentes tempos percentuais nas zonas de intensidade de esforço sendo 10,0-14,8% no domínio leve; 23,1-30,1% moderado e 55,1-66,9% intenso. Assim, este estudo apresenta que as competições de XCO são realizadas em alta intensidade, principalmente após a largada.

Unitermos: “Mountain Bike”; Ciclismo; Frequência cardíaca.

Rev. bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v.24, n.3, p.379-87, jul./set. 2010



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  Relationships Between Rating-of-Perceived-Exertion- and Heart-Rate-Derived Internal T
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Relationships Between Rating-of-Perceived-Exertion- and Heart-Rate-Derived Internal Training Load in Professional Soccer Players:
A Comparison of On-Field Integrated Training Sessions

Miguel Angel Campos-Vazquez, Alberto Mendez-Villanueva, Jose Antonio Gonzalez-Jurado,
Juan Antonio León-Prados, Alfredo Santalla, and Luis Suarez-Arrones

Purpose: To describe the internal training load (ITL) of common training sessions performed during a typical week and to
determine the relationships between different indicators of ITL commonly employed in professional football (soccer). Methods:
Session-rating-of-perceived-exertion TL (sRPE-TL) and heart-rate- (HR) derived measurements of ITL as Edwards TL and
Stagno training impulses (TRIMPMOD) were used in 9 players during 3 periods of the season. The relationships between them
were analyzed in different training sessions during a typical week: skill drills/circuit training + small-sided games (SCT+SSGs),
ball-possession games + technical-tactical exercises (BPG+TTE), tactical training (TT), and prematch activation (PMa). Results:
HR values obtained during SCT+SSGs and BPG+TTE were substantially greater than those in the other 2 sessions, all the
ITL markers and session duration were substantially greater in SCT+SSGs than in any other session, and all ITL measures in
BPG+TTE were substantially greater than in TT and PMa sessions. Large relationships were found between HR >80% HRmax
and HR >90% HRmax vs sRPE-TL during BPG+TTE and TT sessions (r = .61–.68). Very large relationships were found between
Edwards TL and sRPE-TL and between TRIMPMOD and sRPE-TL in sessions with BPG+TTE and TT (r = .73–.87). Correlations
between the different HR-based methods were always extremely large (r = .92–.98), and unclear correlations were observed
for other relationships between variables. Conclusion: sRPE-TL provided variable-magnitude within-individual correlations
with HR-derived measures of training intensity and load during different types of training sessions typically performed during
a week in professional soccer. Caution should be applied when using RPE- or HR-derived measures of exercise intensity/load
in soccer training interchangeably.

Keywords: heart rate, TRIMP, football, quantification

International Journal of Sports Physiology and Performance, 2015, 10, 587 -592



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  PREPARAÇÃO DESPORTIVA: ASPECTOS DO CONTROLE DA CARGA DE TREINAMENTO NOS JOGOS COLETIV
Inserido por: Sport Training Admin - 13-12-2017, 10:28 AM - Fórum: Biblioteca Científica - Sem Respostas

PREPARAÇÃO DESPORTIVA: ASPECTOS DO CONTROLE DA CARGA DE TREINAMENTO NOS JOGOS COLETIVOS

João Paulo Borin
Antonio Carlos Gomes
Gerson dos Santos Leite

RESUMO
O presente estudo exploratório objetiva inicialmente apontar a importância do controle da carga de treinamento e suas
respostas de adaptação na preparação desportista em desportos coletivos e, a seguir, apresentar proposta de organização das
cargas no microciclo de treinamento de futebol, em diferentes etapas.

Palavras-chave: Treinamento desportivo. Carga de treinamento. Futebol.

R. da Educação Física/UEM Maringá, v. 18, n. 1, p. 97-105, 1. sem. 2007



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  Efeitos do treinamento aeróbico sobre a freqüência cardíaca
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Efeitos do treinamento aeróbico sobre a freqüência cardíaca

Marcos B. Almeida e Claudio Gil S. Araújo

RESUMO
O exercício físico regular representa um importante fator
para reduzir índices de morbimortalidade cardiovascular e
por todas as causas. Entretanto, parece haver benefícios
adicionais e independentes da prática regular do exercício
físico e da melhora no nível de condição aeróbica. A freqüência
cardíaca (FC) é mediada primariamente pela atividade
direta do sistema nervoso autônomo (SNA), através
dos ramos simpático e parassimpático sobre a auto-ritmicidade
do nódulo sinusal, com predominância da atividade
vagal (parassimpática) em repouso e simpática durante o
exercício. O comportamento da FC tem sido amplamente
estudado em diferentes tipos e condições associadas ao
exercício. Redução do tônus vagal cardíaco e, conseqüentemente,
da variabilidade da FC em repouso, independentemente
do protocolo de mensuração, está relacionada à
disfunção autonômica, a doenças crônico-degenerativas e
ao risco de mortalidade aumentado. Indivíduos com boa
condição aeróbica tendem a apresentar FC de repouso mais
baixa, concomitantemente a maior atividade parassimpática
ou menor atividade simpática, mas não se pode afirmar
que esta seja uma conseqüência direta do treinamento, pois
outras adaptações inerentes ao condicionamento aeróbico
podem influenciar o comportamento da FC em repouso. A
resposta da FC no início do exercício permite estudar a integridade
da ação vagal cardíaca. A recuperação da FC após
esforço tanto máximo como submáximo também denota 
informação prognóstica relevante. Aqueles que apresentam
recuperação mais lenta da FC no primeiro minuto pós-esforço
possuem risco de mortalidade aumentado. Não são
claros ainda os mecanismos envolvidos na modulação da
FC em função de um programa de exercícios.

Palavras-chave: Treinamento. Freqüência cardíaca. Sistema nervoso
autônomo. Exercício.

Rev Bras Med Esporte _ Vol. 9, Nº 2 – Mar/Abr, 2003



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  EFFECTS OF THE NUMBER OF PLAYERS AND GAME TYPE CONSTRAINTS ON HEART RATE, RATING OF P
Inserido por: Sport Training Admin - 11-12-2017, 10:09 AM - Fórum: Biblioteca Científica - Sem Respostas

EFFECTS OF THE NUMBER OF PLAYERS AND GAME TYPE CONSTRAINTS ON HEART RATE, RATING OF PERCEIVED EXERTION, AND TECHNICAL ACTIONS OF SMALL-SIDED SOCCER GAMES

CATARINA I. ABRANTES,MARTA I. NUNES, VICTOR M.MAÇÃS, NUNO M. LEITE, AND JAIME E. SAMPAIO

ABSTRACT
Abrantes, CI, Nunes, MI, Macxa˜ s, VM, Leite,NM, and Sampaio, JE.
Effects of the number of players and game type constraints on
heart rate, rating of perceived exertion, and technical actions of
small-sided soccer games. J Strength Cond Res 26(4): 976–
981, 2012—The purpose of this study was to identify the
variation of heart rate (HR), rating of perceived exertion (RPE),
and technical actions between 2 soccer small-sided games
(SSGs; 3 3 3 and 4 3 4) in 3 game type constraints (when
playing only offense [OFF], playing only defense [DEF], and
both situations [GAME]). Sixteen high-level young male players
were analyzed (age 15.7560.45 years; height 172.464.83 cm;
body mass 64.5 6 6.44 kg; HRmax199.1 6 9.08 bmin21; and
8.06 61.98 years of soccer practice). All tasks were performed
in 4 periods of 4 minutes interspersed with 2 minutes of active
recovery. The HR was measured continuously and then
analyzed by the time spent into 4 training zones according to
individual %HRmax (zone 1 ,75%; zone 2 75–84.9%; zone 3
85–89.9%; and zone 4 $90%). Results identified that players
were most frequently in zones 2 and 3. The 3 3 3 SSGs elicited
higher HR and RPE and the most intense situation was GAME.
Despite the known higher frequencies from technical actions
in SSGs with fewer players, player effectiveness in 3 3 3
and 4 3 4 was identical. The use of GAME, OFF, and DEF
game type constraints should be carefully planned. Using the
3 3 3 format seems more adequate when aiming for aerobic
performance optimal effects; however, DEF situations should
only be used to promote aerobic recovery effects. The inclusion
of an additional player in SSGs had different interactions in
game type constraints, and only GAME presented adequate
intensity.

KEY WORDS offense, defense, notational analysis, performance,
youth players

Journal of Strength and Conditioning Research

 2012 National Strength and Conditioning Association



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